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sábado, 6 de julho de 2019

Em 2019, 12 estados do país precisaram racionar vacina BCG, aplicada em recém-nascidos

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ao menos 12 estados do Brasil confirmaram não ter recebido do governo federal, em pelo menos um mês do ano, a quantidade total prevista de doses da vacina BCG, prevista no Sistema Único de Saúde (SUS) e dada aos recém-nascidos ainda na maternidade para prevenir tuberculose. 

De acordo com a BBC News Brasil, as secretarias de Saúde das unidades federativas do Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia e São Paulo relataram problemas na entrega da vacina, o que levou a uma situação de “racionamento”. As alterações começaram a partir do mês de abril, segundo a maioria das pastas.

Do total de 20 estados contatados pela reportagem da BBC, outros oito afirmaram que a entrega pelo governo federal está regular ou teve alterações muito pontuais. É o caso da Bahia, Alagoas, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins.

Inicialmente, o Ministério da Saúde atribuiu a redução no fornecimento ao fato de que parte do estoque “ainda se encontrava em análise pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS)”, instituição vinculada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e que analisa a qualidade e segurança das vacinas que serão disponibilizadas em todo o país. No entanto, a Fiocruz afirmou à reportagem que o INCQS vem cumprindo todos os prazos firmados. A BBC News Brasil retornou então ao ministério com esta nova informação e a pasta enviou um novo posicionamento atribuindo a redução no envio das doses à etapa de importação do produto.