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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Professora de 37 anos é morta a tiros após ser chamada em janela de casa

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma professora de 37 anos foi morta a tiros, na janela de casa, em Salvador, após ser chamada por um homem na frente da residência. O crime ocorreu na noite de terça-feira (5), no bairro de Vila Canária, e é investigado pela Polícia Civil. O suspeito fugiu logo após os disparos.

Identificada como Priscila Rebeca Oliveira de Souza, a vítima foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro de São Marcos, de onde foi transferida para o Hospital do Subúrbio, mas não resistiu aos ferimentos.

Priscila foi baleada no quarto em que dormia com a filha mais nova, uma bebê de 2 meses. No mesmo andar do imóvel, ela abriria, nesta quarta-feira (6), uma escolinha. Ela morava com a família mesmo prédio.

O irmão da vítima, Pablo Oliveira, que socorreu ela até a UPA, contou que o suspeito procurou por Priscila do lado de fora da residência, com a justificativa de que queria fazer matrícula para o filho dele.

Ainda de acordo com a família, Priscila foi surpreendida pelo tiro quando apareceu na janela do cômodo. Ela foi atingida na cabeça. O irmão dela, que estava no andar de cima do imóvel, ouviu o barulho do tiro e desceu para socorrer a vítima.

O homem ainda não foi identificado. A família informou, no entanto, que ele já havia estado no local pelo menos duas vezes procurando pela vítima. A escolinha, que abriria nesta quarta, não funcionou.

A família suspeita que o homem tenha agido a mando do ex-companheiro de Priscila. Os familiares contaram que ela enfrentava disputa contra ele na Justiça, para ele, que é pai da bebê de 2 meses, reconhecesse a paternidade da criança. Uma audiência sobre o caso estava marcada para a quinta-feira (7).

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) esteve no local do crime e fez perícia, na manhã desta quarta. A família da vítima também vai ser ouvida pela polícia. Não há informações de quando e onde Priscila será enterrada. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

*G1